domingo, 5 de junho de 2011

Informativo de Junho 2011

informativo de junho 2011 - online

PASTORAL
A graça divina e sua ação na vida humana, na vida familiar e no oferecimento do perdão.
   Paulo é o apóstolo da graça. Ele expressa em suas cartas, nos ambientes mais contraditórios e diversos, junto das igrejas locais com os quais ele conviveu. Temos visto como, numa igreja conflituosa, ele age pastoralmente de forma pedagógica, visando proporcionar a ação transformadora da graça nas pessoas, na igreja, nas famílias, na unidade, na comunhão, no testemunho, no caráter, na santificação pessoa, interpessoal e social. Hoje, como nos dias do coríntios, a ação da graça está em nós, entre nós e por meio de nós. O Espírito Santo é o fundamento de toda ação divina, como fruto da presença salvadora e transformadora do Senhor Jesus Cristo. Há sinais da graça de Deus no ser humano e nos espaços onde ele vive.
  Na vida familiar: A família é fruto do “coração divino”. Há, porém, grande fragilização da família e mudanças na sua maneira de ser na atualidade. Contudo, a família é, e sempre será o local básico do “relacionamento humano”. Fomos criados para o relacionamento: com Deus, com a natureza, conosco, com o próximo, com a sociedade, a igreja, etc. A quebra de relacionamento é “sinal do pecado”, o que ocorreu entre, Eva e o Criador.
  A família foi criada para comunhão, convivência, comunicação. Como em Corinto, as famílias estão fragilizadas em seus relacionamentos: entre o casal, entre pais, mães e filhos, irmãos, sogros, genros e noras, etc.
  Carecemos de restauração na vida familiar. Essa é uma obra da “graça reconciliadora e perdoadora”. Somos importantes e necessários. Temos vontade, iniciativa, disponibilidade, mas é a graça divina, que nos leva a superar as nossas carências e barreiras.
  Perdão é sinal de maturidade. Há momentos de desafetos, ferimos e somos feridos, e diante de tantas feridas, a maior carência do ser humano é a de dar e receber perdão. Não é obra nossa, mas divina, conforme Paulo nos afirma em Efésios 2.1-10.

Reda. Cleide Rodrigues de Abreu

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Informativo de Maio 2011

PASTORAL
Coração Aquecido
    João Wesley cresceu numa família cristã, foi instruído nas Escrituras, aprendeu a ler através desta e a lia constantemente. Orava pela manhã e à noite. Fazia tudo para viver uma vida correta e não duvidava que fosse um bom cristão. Estimulado por amigos fiéis, Wesley perseverava. Continuou a buscar a fé que é dádiva de Deus até o dia 24 de maio de 1738, na Rua Aldersgate, em Londres, na Inglaterra. Pela manhã, o início da experiência vislumbrava-se ao contato com as palavras de 2 Pedro 1.3-4: “Visto como, pelo seu divino poder, nos tem sido doadas toda a coisa que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo.”
      À noite, ouvindo um texto de Lutero sobre a epístola de Paulo aos Romanos, João Wesley sentiu seu coração aquecido de modo singular. Ele mesmo afirma: “Senti que acreditava em Cristo, apenas em Cristo para a salvação e uma segurança me foi dada que Ele havia levado meus pecados, sim, os meus e me salvado da lei do pecado e da morte”.
Wesley ora e testemunha aos presentes na reunião a sua experiência! Mais tarde afirma: “Lutava, sim, pelejava com todas as minhas forças debaixo da lei como debaixo da graça. Mas, então, era às vezes, senão freqüentemente, vencido. Agora, era sempre vencedor”.
     João Wesley afirma que a experiência da fé não vem pelo esforço ou da vontade própria, mas pela comunhão íntima com o Senhor e Salvador Jesus Cristo, que nos concede “um coração amoroso para com Deus e todos os homens, confiança plena em Deus, nosso Pai”.
Reda. Cleide Rodrigues de Abreu

terça-feira, 19 de abril de 2011

A alegria da ressurreição


Na ressurreição, cumpre-se a própria palavra de Jesus: "É necessário que o Filho do Homem sofra muitas coisas (...)  seja morto e, no terceiro dia, ressuscite" (Lc 9.22). Com isso fica claro que a morte de Jesus é uma resposta de Deus e uma denúncia a problemas do pecado do ser humano, onde ressurreição aponta para o perdão, nova vida e a vitória da vida sobre a morte.
Confira o artigo do bispo Paulo Lockmann sobre a páscoa e a ressurreição na íntegra! [+] acesse aqui

sábado, 2 de abril de 2011

INFORMATIVO METODISTA (ON LINE) - ABRIL 2011


Páscoa: hebraico: Pessach, significa passagem
     Após a morte de José no Egito, o povo Israelita aumentou muito e isto causou inquietude ao novo Rei que não conhecera a José. Quanto mais o povo era afligido na dura servidão, mais se espalhavam. Havia cerca de 600 mil homens, sem contar mulheres e crianças. Faraó ordenou as parteiras hebréias que, se nascessem  meninos, teriam que matar e se fossem meninas deixaria viver; Moisés conseguiu sobreviver!
     Deus falou com Moisés, chamando-o a libertar este grande povo que estava sob o poder de Faraó. Moisés foi a Faraó pedindo que deixasse sair o povo, mas durante nove vezes ele não deixou e foi afrontado por pragas.
     Foi instituída a Páscoa que se pode considerar o aniversário do povo de Deus. Esta passagem deve ser por memorial e celebrada nas gerações. (Êxodo  12.14).
     A décima praga foi a morte dos primogênitos, pelo que Faraó permitiu a saída dos Hebreus. Com grande triunfo e milagre aquela multidão atravessou o Mar Vermelho  a pé enxuto e os cavalos de Faraó entraram no mar, e o Senhor fez tornar sobre eles as águas do mar.
     A tradição nos ensina, em cada geração, que temos que considerar a nós mesmos como se houvéssemos sido libertados do Egito. Por isso celebramos a comunhão com o nosso libertador: Y’SHUA, o Messias – JESUS.

domingo, 13 de março de 2011

INFORMATIVO METODISTA (ON LINE)

PASTORAL - CONVIVÊNCIA
Durante uma era muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
     Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de sobreviver começou a unir-se, a juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se  mutuamente, aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados e sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito!
     Mas, essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados!
     Os que não morreram, voltaram a aproximar-se, pouco a pouco, com jeito, com precaução, de forma tal que unidos cada qual observava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. SOBREVIVERAM!!!

Reda. Cleide Rodrigues de Abreu

CAMPANHA DE RESTAURAÇÃO - A PARTIR DE 15 MAR - TODA TERÇA 19:30H

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

REUNIÃO MINISTÉRIO DE LOUVOR - 12FEV - 09H

Comunico a todos que fazem parte do Ministério sobre o horário da reunião com a Pastora, não esqueçam !!!!!   Sábado 12FEV às 09 hs da manhã!!!. Não faltem!!!!!!!!!!!!
  
“Existe um lugar em Teu coração, ó Deus, que ansiamos encontrar, um lugar onde podemos nos esconder e encontrar a Tua verdade. Ó Pai, nos mostre, e nos leve a este lugar". Amém!  - David Quilan.