segunda-feira, 19 de setembro de 2011

NUNCA DESISTA


Estou subindo pra um lugar mais alto,
Eu já queimei as pontes com o passado
E em meus olhos vejo o futuro
Tudo novo se fez, tudo novo se faz
E dessa estrada eu não me desvio nunca mais
Estou firme, eu não me desvio nunca mais.
Vou avançar, eu vou crescer
Ninguém vai me deter
Meu alvo é Cristo, meu alvo é Cristo
Estou subindo pra um lugar mais alto
Eu já desisti de andar sozinho
Cristo vive em mim
E os meus pés estão no caminho, estão no caminho
E dessa estrada eu não me desvio nunca mais.
Estou firme eu não me desvio nunca mais
Vou avançar eu vou crescer,
Ninguém vai me deter,
Meu alvo é Cristo, meu alvo é Cristo

AGENDA REGIONAL METODISTA 2011

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Família Metodista na Roça 2

Grande evento com a participação de toda a comunidade de Nova Cidade, não deixe de participar.
Clique na imagem para melhor visualização do Cartaz.

domingo, 5 de junho de 2011

Informativo de Junho 2011

informativo de junho 2011 - online

PASTORAL
A graça divina e sua ação na vida humana, na vida familiar e no oferecimento do perdão.
   Paulo é o apóstolo da graça. Ele expressa em suas cartas, nos ambientes mais contraditórios e diversos, junto das igrejas locais com os quais ele conviveu. Temos visto como, numa igreja conflituosa, ele age pastoralmente de forma pedagógica, visando proporcionar a ação transformadora da graça nas pessoas, na igreja, nas famílias, na unidade, na comunhão, no testemunho, no caráter, na santificação pessoa, interpessoal e social. Hoje, como nos dias do coríntios, a ação da graça está em nós, entre nós e por meio de nós. O Espírito Santo é o fundamento de toda ação divina, como fruto da presença salvadora e transformadora do Senhor Jesus Cristo. Há sinais da graça de Deus no ser humano e nos espaços onde ele vive.
  Na vida familiar: A família é fruto do “coração divino”. Há, porém, grande fragilização da família e mudanças na sua maneira de ser na atualidade. Contudo, a família é, e sempre será o local básico do “relacionamento humano”. Fomos criados para o relacionamento: com Deus, com a natureza, conosco, com o próximo, com a sociedade, a igreja, etc. A quebra de relacionamento é “sinal do pecado”, o que ocorreu entre, Eva e o Criador.
  A família foi criada para comunhão, convivência, comunicação. Como em Corinto, as famílias estão fragilizadas em seus relacionamentos: entre o casal, entre pais, mães e filhos, irmãos, sogros, genros e noras, etc.
  Carecemos de restauração na vida familiar. Essa é uma obra da “graça reconciliadora e perdoadora”. Somos importantes e necessários. Temos vontade, iniciativa, disponibilidade, mas é a graça divina, que nos leva a superar as nossas carências e barreiras.
  Perdão é sinal de maturidade. Há momentos de desafetos, ferimos e somos feridos, e diante de tantas feridas, a maior carência do ser humano é a de dar e receber perdão. Não é obra nossa, mas divina, conforme Paulo nos afirma em Efésios 2.1-10.

Reda. Cleide Rodrigues de Abreu

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Informativo de Maio 2011

PASTORAL
Coração Aquecido
    João Wesley cresceu numa família cristã, foi instruído nas Escrituras, aprendeu a ler através desta e a lia constantemente. Orava pela manhã e à noite. Fazia tudo para viver uma vida correta e não duvidava que fosse um bom cristão. Estimulado por amigos fiéis, Wesley perseverava. Continuou a buscar a fé que é dádiva de Deus até o dia 24 de maio de 1738, na Rua Aldersgate, em Londres, na Inglaterra. Pela manhã, o início da experiência vislumbrava-se ao contato com as palavras de 2 Pedro 1.3-4: “Visto como, pelo seu divino poder, nos tem sido doadas toda a coisa que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo.”
      À noite, ouvindo um texto de Lutero sobre a epístola de Paulo aos Romanos, João Wesley sentiu seu coração aquecido de modo singular. Ele mesmo afirma: “Senti que acreditava em Cristo, apenas em Cristo para a salvação e uma segurança me foi dada que Ele havia levado meus pecados, sim, os meus e me salvado da lei do pecado e da morte”.
Wesley ora e testemunha aos presentes na reunião a sua experiência! Mais tarde afirma: “Lutava, sim, pelejava com todas as minhas forças debaixo da lei como debaixo da graça. Mas, então, era às vezes, senão freqüentemente, vencido. Agora, era sempre vencedor”.
     João Wesley afirma que a experiência da fé não vem pelo esforço ou da vontade própria, mas pela comunhão íntima com o Senhor e Salvador Jesus Cristo, que nos concede “um coração amoroso para com Deus e todos os homens, confiança plena em Deus, nosso Pai”.
Reda. Cleide Rodrigues de Abreu

terça-feira, 19 de abril de 2011

A alegria da ressurreição


Na ressurreição, cumpre-se a própria palavra de Jesus: "É necessário que o Filho do Homem sofra muitas coisas (...)  seja morto e, no terceiro dia, ressuscite" (Lc 9.22). Com isso fica claro que a morte de Jesus é uma resposta de Deus e uma denúncia a problemas do pecado do ser humano, onde ressurreição aponta para o perdão, nova vida e a vitória da vida sobre a morte.
Confira o artigo do bispo Paulo Lockmann sobre a páscoa e a ressurreição na íntegra! [+] acesse aqui

sábado, 2 de abril de 2011

INFORMATIVO METODISTA (ON LINE) - ABRIL 2011


Páscoa: hebraico: Pessach, significa passagem
     Após a morte de José no Egito, o povo Israelita aumentou muito e isto causou inquietude ao novo Rei que não conhecera a José. Quanto mais o povo era afligido na dura servidão, mais se espalhavam. Havia cerca de 600 mil homens, sem contar mulheres e crianças. Faraó ordenou as parteiras hebréias que, se nascessem  meninos, teriam que matar e se fossem meninas deixaria viver; Moisés conseguiu sobreviver!
     Deus falou com Moisés, chamando-o a libertar este grande povo que estava sob o poder de Faraó. Moisés foi a Faraó pedindo que deixasse sair o povo, mas durante nove vezes ele não deixou e foi afrontado por pragas.
     Foi instituída a Páscoa que se pode considerar o aniversário do povo de Deus. Esta passagem deve ser por memorial e celebrada nas gerações. (Êxodo  12.14).
     A décima praga foi a morte dos primogênitos, pelo que Faraó permitiu a saída dos Hebreus. Com grande triunfo e milagre aquela multidão atravessou o Mar Vermelho  a pé enxuto e os cavalos de Faraó entraram no mar, e o Senhor fez tornar sobre eles as águas do mar.
     A tradição nos ensina, em cada geração, que temos que considerar a nós mesmos como se houvéssemos sido libertados do Egito. Por isso celebramos a comunhão com o nosso libertador: Y’SHUA, o Messias – JESUS.